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domingo, 17 de fevereiro de 2013

Temperamentos Transformadoa

Este é um pequeno resumo e analise do livro Temperamentos Transformados onde são analisados os 4 temperamentos: sanguineos, colérico, melancólico, fleumático. Posteriormente estarei publicando sobre quatro personagens biblicos que refletem cada tipo de temperamento, mas que depois da ação do Espírito Santo foram Transformados. Por enquanto são apenas conceitos para entedermos esta teoria. A teoria dos quatro temperamentos pode-se afirmar que surgiu com Hipócrates (460 a 370 a.C) até então considerado como o pai da Medicina. Atribui-se a ele o fato de a medicina passar a se preocupar com os problemas psiquiátricos e reconheceu as diferenças de temperamentos das pessoas e apresentou uma teoria a respeito dessas diferenças. Hipócrates passou a analisar objetivamente os diversos tipos de temperamentos, refutando o sobrenaturalismo, ou seja, de que tudo acontecia por causa da intervenção dos deuses. Defendeu a ideia de uma orientação biológica. Devido a sua abordagem empírica à psicopatologia, pode alcançar a exatidão de suas observações sendo capaz de registrar cientificamente as conclusões a que chegava. Como resultado destas avaliações, Hipócrates distinguiu os quatro temperamentos: sanguíneo, melancólico, colérico, e o fleumático. Com o advento da Idade das Trevas, pouco se acrescentou a esta teoria dos quatro temperamentos até o século XIX. Emmanuel Kant, filósofo alemão, foi provavelmente quem teve mais influência na divulgação dessa teoria na Europa. No fim do século XIX, o estudo do comportamento humano recebeu novo impulso com o nascimento da ciência denominada Psicologia. Bernad Notcutt (1953, p. 7.) afirma que “os meios universitários veem na fundação do Laboratório de Psicologia experimental de Wundt na Universidade de Leipzig em 1879, o início efetivo desta disciplina”. O Dr. Wundt provavelmente foi influenciado por Kant, pois o mesmo também aceitava a teoria dos quatro temperamentos. Fez exaustivas experiências relacionando-as a esses temperamentos com estrutura do corpo. Surge então a Psicologia Biopatológica, ou seja, comportamento do indivíduo ao seu tipo físico. No início do século XX surge Sigmund Freud desconstruindo por completo esta teria dos quatro temperamentos. Sua pesquisa era feita através a implementação de um ponto de vista totalmente determinista defendendo que é o meio ambiente que determina o comportamento do indivíduo. Em meio a esses estudos e conceitos científicos, apenas dois escritores cristãos parecem ter escrito a respeito dos quatro temperamentos. Ambos eram europeus, mas suas obras foram amplamente divulgadas nos Estados Unidos. Alexander White (1836-1921) produziu um breve trabalho sobre essa teoria, que está incluso em seu livro denominado Tesouro de Alexander White. Há também outro livro chamado Personagens Bíblicos onde fica claro que era um estudioso dessa teoria. Há, no entanto, outro escritor que, segundo Tim La Haye é a obra mais significativa que ele tem conhecimento sobre o assunto em questão, Dr. Hallesby autor do livro Temperamento e a Fé Cristã. Esta obra tem o objetivo de ajudar os conselheiros a reconhecerem os quatro temperamentos-tipo e a fazerem com eles o devido relacionamento. Tim La Haye afirma em seu livro Temperamentos Transformados que “esta teoria dos quatro temperamentos parecem ser aceitos pelos cristãos porque são compatíveis com muitos conceitos das Escrituras. Da mesma forma que a Bíblia nos ensina que todos os homens têm uma natureza pecaminosa, os temperamentos nos ensinam que todos os homens têm suas fraquezas. A Bíblia diz que o homem possui uma “velha natureza” que é a carne, melhor dizendo, “carne-corruptível”. O temperamento é composto de tendências natas, partes das quais são fraquezas. A classificação dos quatro temperamentos não é ensinada categoricamente na Bíblia, mas os estudos biográficos de quatro personagens bíblicos demonstrarão os pontos fortes e as fraquezas de cada um dos temperamentos. A Bíblia nos ensina que só é possível alcançar o poder para vencer as fraquezas, quando se recebe a Jesus Cristo pessoalmente como Senhor e Salvador, entregando-se completamente ao Seu Espírito.”

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